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  Quinze frases sobre Aloysio Biondi
por vários autores

Comentários sobre O Brasil Privatizado, 2001

“A morte do Aloysio Biondi foi uma baixa na resistência ao Pensamento Único. [...] Os textos de Biondi eram desafios constantes aos leigos em economia, não porque fossem obscuros ou técnicos demais – pelo contrário, eram límpidos e admiravelmente bem escritos –, mas porque aprofundavam o grande mistério: como os mesmos dados da mesma realidade podem mudar tão radicalmente de significado de acordo com quem os analisa?” Luis Fernando Verissimo

“A grande contribuição de Aloysio Biondi para o jornalismo só agora vai se mostrar, na plenitude, com a sua falta. A imensa contribuição de Aloysio Biondi para o país só será percebida na plenitude quando, e se, houver estudos históricos abrangentes, de meados de 60 para cá, das relações entre imprensa e poder, entre a propaganda oficialesca e a realidade econômica, entre governo e negócios.” Janio de Freitas

“Aloysio Biondi foi o maior jornalista econômico do Brasil. Sua arte não estava apenas no armazenamento da sabedoria teórica – de qualquer maneira, uma condição para não cair nas armadilhas ideológicas –, mas sobretudo na capacidade prática de se valer dela para garimpar no cotidiano da economia as grandes verdades históricas." Emir Sader

“Com Aloysio Biondi desaparece um tipo raro de jornalista – competente, experiente, apaixonado, detentor de um acervo impressionante de informações sobre o Brasil e, principalmente, sobre a sua economia.” Washington Novaes

“A personalidade e o ideário democrático e libertário de Aloysio Biondi permanecerão por séculos no Brasil, pelo muito que ele fez por seu país e por uma sociedade que não é apenas constituída por corruptos e vendilhões.” Aziz Ab’Saber

“Eram poucos os jornalistas, que, como Biondi, lidavam com familiaridade com a informação econômica mais complexa. Desenvolveu uma capacidade impressionante de criticar a forma de apresentação dos dados pelas fontes oficiais.” Luiz Gonzaga Beluzzo

“Pouca gente entendia tanto do funcionamento prático da economia quanto ele. Biondi confirmou a máxima de que quem sabe muito brilha pela simplicidade no texto.” José Roberto Campos

“Aloysio era um homem bom. Sua ação era a do bom senso, a de ouvir pacientemente as razões de cada um, a de buscar sempre a palavra conciliadora. Não a de conformidade, mas a mais próxima da razão.” Ziraldo

“Biondi manteve por toda a carreira a mais absoluta independência política e partidária. Odiava a direita, tinha desprezo por Fernando Henrique, mas não se permitia deixar de apontar os erros da esquerda.” Marco Antonio Araújo

“Os números que Biondi utilizava não eram diferentes daqueles que o governo usava e usa para defender sua política econômica. Ao contrário, eram iguais. A diferença estava na honestidade, na sensibilidade, na humanidade e na opção pela justiça social de quem os interpretava, o velho Aloysio Biondi”. Renato Rovai

“Ao perseguir a compreensão dos fatos com a obsessão de um cão farejador, Biondi se deixava orientar unicamente pelo vasto sentimento do mundo, de que era possuído e que o conduzia, como uma bússola, em direção à verdade que importa.” Nivaldo P. Manzano

“Aloysio, como profissional e como amigo, foi e sempre será insubstituível. Sua competência e combatividade, sua dignidade e caráter, sua compreensão e humanidade farão cada vez mais falta em um país como o nosso, que precisava contar com muitos Aloysios.” Guiomar Smith de Vasconcellos

“As conclusões expostas por Biondi neste livro permanecem irrespondíveis, porque baseadas em números, em dados concretos – uma prática abandonada pela mesma imprensa que bancou uma ofensiva para desmoralizar o setor público e as empresas estatais”. Lauro Veiga Filho

“Durante toda sua vida profissional, Biondi combateu sempre pela precisão da informação e contra todo tipo de deformação das notícias, sobretudo econômicas.” Ricardo Kauffman

“Nos idos da década de 1970, em meio aos tempos sombrios do período autoritário que vivíamos, o pensamento de alguns jornalistas contribuía para minha reflexão e minha formação crítica. Um deles, Aloysio Biondi.” Roseli Fishmann



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